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O que leva um trabalhador quando sai de uma empresa e como isso pode representar um problema?

03/11/2026 in Visão
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A resposta óbvia e legítima é a experiência, o conhecimento e as competências adquiridas ao longo dos anos. Mas, na era digital, a linha entre a experiência profissional e a saída de ativos sensíveis (como bases de dados, listas de clientes ou e-mails confidenciais) tornou-se muito ténue.

João Carminho, Associado Coordenador, assinou recentemente um artigo onde analisa exatamente este desafio: o que acontece quando um colaborador transita para uma empresa concorrente e como o tema vai muito além de um bom contrato de trabalho.

No artigo, o autor destaca que a proteção de ativos empresariais exige uma estratégia de governance e gestão estruturada, assente em 5 aspetos fundamentais:

  • Cláusulas adequadas de confidencialidade, propriedade intelectual e não concorrência.

  • Garantir que cada colaborador acede apenas à informação estritamente necessária para a sua função.

  • Prevenir a saída de ficheiros para contas externas, cloud ou dispositivos móveis.

  • Assegurar que existem registos de acesso e que os privilégios são eliminados no momento certo.

  • Ir além da simples entrega do computador, gerindo contas e eliminando dados residuais em dispositivos pessoais.

Em suma, trata-se de uma questão de gestão que pode fazer a diferença entre prevenir um problema ou ter de o discutir em tribunal.

Pode ler a reflexão completa no link abaixo.