A resposta óbvia e legítima é a experiência, o conhecimento e as competências adquiridas ao longo dos anos. Mas, na era digital, a linha entre a experiência profissional e a saída de ativos sensíveis (como bases de dados, listas de clientes ou e-mails confidenciais) tornou-se muito ténue.
João Carminho, Associado Coordenador, assinou recentemente um artigo onde analisa exatamente este desafio: o que acontece quando um colaborador transita para uma empresa concorrente e como o tema vai muito além de um bom contrato de trabalho.
No artigo, o autor destaca que a proteção de ativos empresariais exige uma estratégia de governance e gestão estruturada, assente em 5 aspetos fundamentais:
Cláusulas adequadas de confidencialidade, propriedade intelectual e não concorrência.
Garantir que cada colaborador acede apenas à informação estritamente necessária para a sua função.
Prevenir a saída de ficheiros para contas externas, cloud ou dispositivos móveis.
Assegurar que existem registos de acesso e que os privilégios são eliminados no momento certo.
Ir além da simples entrega do computador, gerindo contas e eliminando dados residuais em dispositivos pessoais.
Em suma, trata-se de uma questão de gestão que pode fazer a diferença entre prevenir um problema ou ter de o discutir em tribunal.
Pode ler a reflexão completa no link abaixo.